O que é preciso para trabalhar no exterior

Foto de Nova York

Foto: Flickr / Robert Nyman

Post da Exame traz uma lista de coisas para se pensar antes de mudar para o exterior pensando em trabalho. Uma delas é que normalmente o funcionário vai ganhar menos e gastar mais para manter o mesmo nível de conforto.

A reportagem também compara os diferentes benefícios trabalhistas nos países do exterior. Um exemplo é que a licença-maternidade não é paga em lugares como os Estados Unidos. Por fim, a matéria cita o alto custo de vida de algumas capitais europeias, em especial no aluguel, o que faz muitos expatriados procurarem morar nas regiões de subúrbio.

Saiba mais no link:

http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/noticias/o-que-analisar-antes-de-decidir-trabalhar-no-exterior

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Como ser mais inovador na sua empresa?

foto onde está escrito trabalho em inglês

Foto: Flickr / Mike Porcenaluk

O pesquisador canadense Salim Ismail publicou o livro Organizações Exponenciais, que trata sobre inovação em diversos aspectos. Para começar, o autor é um dos fundadores da Singularity University, uma recente e incensada escola de negócios nos Estados Unidos. Na obra, ele aponta as características de startups que estão mudando o mundo e examina os erros das companhias tradicionais. Para ele, organizações exponenciais são companhias que tem um melhor desempenho e está um passo à frente dos concorrentes.

Um dos exemplos é a fabricante de automóveis elétricos Tesla. Um câmbio de um carro de passeio, por exemplo, contém centenas de peças para montadoras tradicionais. No caso da companhia americana, o sistema tem apenas 17. Outro case de sucesso é o Airbnb, que deve ser tornar a maior cadeia de hospedagem do mundo. Isso sem ser dono de nenhum imóvel.

O canadense Salim Ismail aponta a Singularity também como exemplo a ser seguido. A faculdade já formou cerca de 3 mil pessoas de 85 países diferentes e apoia e auxilia projetos de alunos, ex-alunos e parceiros. Um deles é curioso: uma empresa está construindo carne em laboratório, o que, em tese, diminuiria o impacto ambiental da pecuária.

Este é só um exemplo de busca pela inovação. Quer saber mais? Confira o link original, editado pela revista Veja:

http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/inovacao-oferece-a-abundancia-de-que-o-mundo-precisa-diz-embaixador-da-singularity-university

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O home office é uma alternativa segura?

Foto: Flickr / Fabrice Florin

Foto: Flickr / Fabrice Florin

Post do site Vagas mostra que cada vez mais empresas estão aderindo a essa modalidade, que já não é novidade e inclusive tem leis que regulamentam esse tipo de atividade. A matéria mostra quais os perfis ideais de funcionários que podem aderir ao sistema.

Para começar, o artigo mostra que trabalhar de casa tem seu lado bom e ruim. Se de um lado pode aumentar a produtividade, em alguns casos pode deixar o profissional isolado e esquecido – tanto dos colegas, como da chefia. O grande desafio é realizar a troca diária de informações com líderes e gestores, uma tarefa essencial neste esquema.

O site destaca que é necessária uma boa dose de autoconhecimento para aderir ao home office. Para isso, o funcionário deve ter foco, ser uma pessoa direta, assertiva, comunicativa e que preze pelos detalhes.

Ficou interessado no home office? Leia mais no artigo do Vagas.com.br: http://www.vagas.com.br/profissoes/acontece/no-mercado/home-office-uma-alternativa-no-mundo-corporativo

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O trabalho pode acabar?

Foto de um trabalhador em um museu

Foto: The Atlantic

A revista americana The Atlantic fez um inventário de que no futuro possa existir um mundo sem trabalho. A ideia é a velha e batida: as máquinas cada vez mais vão ocupar o espaço. E não somente na linha de produção, mas também nos trabalhos considerados criativos.

Não é de hoje que alguns economistas e tecnólogos têm alertado que a economia está perto de um ponto de inflexão. E eles avisam que essa ruptura vai ser econômica, cultural e psicológica. A automação está em alta tanto nas salas de cirurgia como nos balcões de atendimento do seu fast food preferido.

Quer exemplos? Os futuros drones da Amazon podem muito bem substituir milhões de motoristas, repositores de armazém e trabalhadores de varejo. Mas esses mesmos economistas ouvidos pela publicação americana se perguntam: existe um trabalho verdadeiramente seguro?

Uma comparação parece interessante e assustadora. Em meados da década de 60 a maior empresa americana era a companhia telefônica AT&T, que valia algo em torno de 267 bilhões de dólares (em valores atuais) e empregava mais de 750 mil pessoas.

Hoje, uma empresa que também gera admiração é o Google, com um valor de mercado estimado em 370 bilhões de dólares e é empregadora de 55 mil pessoas. Uma análise dos números mostra que o Google usa menos de um décimo da força de trabalho da AT&T em seu apogeu.

E a reportagem ainda fala de robôs, softwares, algoritmos e muitas coisas que ainda podem ser consideradas futurísticas: mas que em vinte anos não serão mais.

Quer saber mais sobre esta tendência? Leia o link mais na The Atlantic (em inglês) e acesse um bônus, que é o post do portal Oene também sobre este assunto:

http://www.theatlantic.com/magazine/archive/2015/07/world-without-work/395294/

http://oene.com.br/desemprego-tecnologico/

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Como estudar melhor

Foto: Appunti (Flickr)

Foto: Appunti (Flickr)

Quem acompanha o Capital de Ideias sabe que gosto de uma lista. A fonte desta vez é o site Rede de Cursos, que preparou alguns tópicos sobre como estudar melhor. Isso é muito útil para quem está buscando passar no vestibular ou mesmo terminar o projeto final da pós-graduação e mestrado.

Uma das primeiras dicas é criar o hábito de estudar e deixar todo o material muito próximo do local de estudos. Isso pode aumentar a chance de você não se distrair. Também é recomendado tentar tirar todas as dúvidas com professores e tutores.

Mudar a alimentação é um importante método para o sucesso. O Rede de Cursos recomenda uma dieta para os dias de prova: peixes magros, linhaça, frutas amarelas e cítricas, muita água e chocolate amargo. São alimentos que ajudam a manter a concentração.

Outra dica é não estudar mais de quatro horas seguidas; isso pode atrapalhar o entendimento das questões. Por isso, tirar uma soneca pode ser uma opção. Sempre, sempre, sempre faça anotações de tudo, especialmente das dúvidas que podem surgir com as leituras.

E mais uma boa recomendação: é impossível estudar com Facebook, Instagram e Twitter, já que as redes sociais podem ser um caminho para a procrastinação. É melhor ter o hábito de usá-las somente em alguns momentos do dia, que pode ser antes e depois do estudo.

 

Quer saber mais? Acesse o link:

http://www.rededecursos.com.br/vestibulares/10-dicas-para-melhorar-seu-rendimento-nos-estudos.

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Trabalhar na casa de um amigo ou conhecido

hoffice_fasta company

 

Os espaços de coworking já são moda entre startups. Mas você já ouviu falar do Hoffice, que é a mistura das palavras home e office? Esse novo conceito mostra que você pode trabalhar na casa de uma pessoa como convidada, sem pagar por isso. Parece interessante, não? A ideia nasceu na Suécia e vem ganhando adeptos em vários países. Na maior parte, freelancers que precisam de um lugar para trabalhar em horário comercial. Normalmente, os grupos formados são de até 10 pessoas.

O idealizador é Christofer Franzen, 35, um psicólogo sueco que estuda como as pessoas podem trabalhar de forma mais eficiente. Ele conta que quando estava terminando a sua tese de mestrado, ele ficou cansado de trabalhar em cafés e em espaços públicos. Então, teve a ideia de se reunir na casa de amigos e na dele próprio. A ideia começou de forma experimental, mas ao longo do tempo atraiu pessoas de fora de seu círculo de convivência.

O conceito traz algumas inovações, parecidas com o método Pomodoro, técnica bastante conhecida em gestão de projetos. O anfitrião cronometra um relógio para despertar em 45 minutos e todos se ocupam com suas tarefas.

Após esse tempo, todos param de trabalhar por dez a quinze minutos, para realizar um alongamento, meditação ou qualquer coisa que “desligue” do trabalho.

Essa modalidade de trabalho é calçada em estudos científicos: uma pesquisa da década de 90 com violinistas nos Estados Unidos constatou que as pessoas são mais produtivas em ciclos curtos de trabalho.

Como toda novidade, é claro que já está disponível em São Paulo. Um grupo no Facebook com cerca de 50 membros adota a prática de trabalho sueca. E você, acha que vale a pena?

Leia mais sobre o tema nestes sites:

https://www.facebook.com/groups/911751222192759

http://hoffice.nu/en

http://ecoredesocial.com.br/2015/02/trabalhar-em-casa-mas-na-casa-de-alguem

http://brasileconomico.ig.com.br/mundo/2015-02-23/hoffice-e-a-nova-onda-para-profissionais-que-nao-tem-escritorios.html

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