Será que o futuro é open source?

Foto de uma placa de computador usada

Foto: Flickr / Alex Steiner

Vamos responder essa pergunta com duas matérias da revista americana Wired. O primeiro artigo mostra que até a Apple – conhecida pelo uso de plataformas proprietárias – está aderindo ao opensource nos seus sistemas. Para ser mais específico, a companhia está lançando uma nova linguagem de programação chamada Swift. E essa nova plataforma é aberta, o que deve ser um motivo de comemoração para desenvolvedores.

E a Apple não está sozinha nesta briga. A Microsoft recentemente abriu o código do framework .Net. O Google tem sob a sua tutela linguagens de programação como o Dart e a GO. O Facebook está experimentando com o Hack e D. Até a Mozilla está criando a linguagem Rust.

A segunda reportagem da revista analisa a revolução do GitHub, site que hospeda códigos de aplicativos. A publicação mostra que a preferência de desenvolvedores é claramente o modelo de código aberto.

Confira um trecho do post: “Como pessoas que antes eram apenas os usuários se tornam produtores, eles estão remodelando a cultura de código aberto. O GitHub está fazendo para o código aberto que a internet fez a indústria editorial: é a criação de um fosso cultural entre duas gerações”.

Confira mais nos links abaixo:
http://www.wired.com/2015/06/open-sourcing-no-longer-optional-not-even-apple
http://www.wired.com/2013/03/github

 

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Veja quais as novas tendências no design de sites

Gestos são os novos cliques

Imagem: Medium / Jowitaziobro

Texto postado na plataforma de blogs Medium mostra quais são as novas tendências em design, especialmente para a área de sites. Entre elas, a aproximação cada vez maior entre o mundo móvel e o desktop. O texto afirma, por exemplo, que gestos são os novos cliques. E também prevê adoção de rolagem infinita na tela em sites cada vez mais simplificados. As animações têm uso permitido e incentivado. O post comenta também que redes sociais estão muito saturadas, o que provocou o aumento do uso de e-mail direto.

Uma frase me chamou a atenção: “Simplicidade não é apenas moda. É o futuro”.

Interessante, não? Confira a o artigo na íntegra no site (em inglês):

https://medium.com/@jowitaziobro/7-future-web-design-trends-fba93eba6355

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Veja ideias sustentáveis que utilizam drones

 

bio carboon

Os drones normalmente aparecem na mídia nas notícias negativas. Seja no uso cada vez mais comum como equipamento de guerra ou até mesmo para a espionagem. O sheik dos Emirados Árabes Unidos Mohammed Bin Rashid Al Maktoum quer mudar essa imagem. Ele criou o projeto Drones for good, que em uma tradução literal seria “Drones para o bem”. A ideia é transformar essa tecnologia em soluções práticas para melhorar a vida das pessoas no mundo de hoje.

O conceito é interessante, já que o mercado de drones vai ser de 8 a 10 bilhões em 2025, de acordo com as informações do site da competição. “Queremos chegar às pessoas antes que elas nos alcancem. Queremos ganhar tempo, encurtar distâncias, aumentar a eficácia e para tornar este serviço mais fácil”, afirma o sheik Maktoum, que é vice-presidente, primeiro-ministro e governante de Dubai.

Um dos projetos que ganhou atenção com o prêmio árabe foi o da empresa BioCarbon Engineering, companhia britânica que quer usar os drones como forma de reflorestamento. Na prática, o drone voa a baixas altitudes – após a realização de um mapeamento do solo – e espalha sementes envolvidas numa espécie de gelatina. Com essa prática, é possível plantar cerca de 36 mil árvores por dia; cerca de 1 bilhão por ano.

A tecnologia da companhia inglesa não é necessariamente nova. Aqui mesmo no Brasil um projeto parecido foi aplicado na Serra do Mar, em Cubatão. A tecnologia foi desenvolvida nos anos 80 e a técnica foi semelhante: colocar sementes numa espécie de gelatina. Mas, obviamente, não foram usados drones nessa tarefa; e sim aviões e helicópteros. É claro que o uso dos novos dispositivos traz efetivas vantagens econômicas e de redução de custo para essa empreitada. O uso da gelatina é para evitar a sua dispersão pelo vento e melhorar a fixação ao solo.

Mas o projeto inglês não foi o vitorioso do concurso internacional de 2015. A empresa vencedora foi a suíça Flyability, que recebeu o prêmio de 1 milhão de dólares. Os suíços desenvolveram Gimball, um aparelho que pode entrar em espaços confinados e voar com segurança perto de seres humanos. O protótipo revelou ser altamente eficaz em missões de resgate. Ele é protegido por uma gaiola rotativa que faz com que seja capaz de colidir com obstáculos em ambientes apertados sem perder a estabilidade.

Confira mais infos nestes links:

http://www.prnewswire.com/news-releases/uae-drones-for-good-award-announces-winner-of-us1-million-international-prize-291155561.html

http://www.pagina22.com.br/index.php/2015/03/drone-reflorestador/

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