Como ser mais inovador na sua empresa?

foto onde está escrito trabalho em inglês

Foto: Flickr / Mike Porcenaluk

O pesquisador canadense Salim Ismail publicou o livro Organizações Exponenciais, que trata sobre inovação em diversos aspectos. Para começar, o autor é um dos fundadores da Singularity University, uma recente e incensada escola de negócios nos Estados Unidos. Na obra, ele aponta as características de startups que estão mudando o mundo e examina os erros das companhias tradicionais. Para ele, organizações exponenciais são companhias que tem um melhor desempenho e está um passo à frente dos concorrentes.

Um dos exemplos é a fabricante de automóveis elétricos Tesla. Um câmbio de um carro de passeio, por exemplo, contém centenas de peças para montadoras tradicionais. No caso da companhia americana, o sistema tem apenas 17. Outro case de sucesso é o Airbnb, que deve ser tornar a maior cadeia de hospedagem do mundo. Isso sem ser dono de nenhum imóvel.

O canadense Salim Ismail aponta a Singularity também como exemplo a ser seguido. A faculdade já formou cerca de 3 mil pessoas de 85 países diferentes e apoia e auxilia projetos de alunos, ex-alunos e parceiros. Um deles é curioso: uma empresa está construindo carne em laboratório, o que, em tese, diminuiria o impacto ambiental da pecuária.

Este é só um exemplo de busca pela inovação. Quer saber mais? Confira o link original, editado pela revista Veja:

http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/inovacao-oferece-a-abundancia-de-que-o-mundo-precisa-diz-embaixador-da-singularity-university

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O home office é uma alternativa segura?

Foto: Flickr / Fabrice Florin

Foto: Flickr / Fabrice Florin

Post do site Vagas mostra que cada vez mais empresas estão aderindo a essa modalidade, que já não é novidade e inclusive tem leis que regulamentam esse tipo de atividade. A matéria mostra quais os perfis ideais de funcionários que podem aderir ao sistema.

Para começar, o artigo mostra que trabalhar de casa tem seu lado bom e ruim. Se de um lado pode aumentar a produtividade, em alguns casos pode deixar o profissional isolado e esquecido – tanto dos colegas, como da chefia. O grande desafio é realizar a troca diária de informações com líderes e gestores, uma tarefa essencial neste esquema.

O site destaca que é necessária uma boa dose de autoconhecimento para aderir ao home office. Para isso, o funcionário deve ter foco, ser uma pessoa direta, assertiva, comunicativa e que preze pelos detalhes.

Ficou interessado no home office? Leia mais no artigo do Vagas.com.br: http://www.vagas.com.br/profissoes/acontece/no-mercado/home-office-uma-alternativa-no-mundo-corporativo

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O trabalho pode acabar?

Foto de um trabalhador em um museu

Foto: The Atlantic

A revista americana The Atlantic fez um inventário de que no futuro possa existir um mundo sem trabalho. A ideia é a velha e batida: as máquinas cada vez mais vão ocupar o espaço. E não somente na linha de produção, mas também nos trabalhos considerados criativos.

Não é de hoje que alguns economistas e tecnólogos têm alertado que a economia está perto de um ponto de inflexão. E eles avisam que essa ruptura vai ser econômica, cultural e psicológica. A automação está em alta tanto nas salas de cirurgia como nos balcões de atendimento do seu fast food preferido.

Quer exemplos? Os futuros drones da Amazon podem muito bem substituir milhões de motoristas, repositores de armazém e trabalhadores de varejo. Mas esses mesmos economistas ouvidos pela publicação americana se perguntam: existe um trabalho verdadeiramente seguro?

Uma comparação parece interessante e assustadora. Em meados da década de 60 a maior empresa americana era a companhia telefônica AT&T, que valia algo em torno de 267 bilhões de dólares (em valores atuais) e empregava mais de 750 mil pessoas.

Hoje, uma empresa que também gera admiração é o Google, com um valor de mercado estimado em 370 bilhões de dólares e é empregadora de 55 mil pessoas. Uma análise dos números mostra que o Google usa menos de um décimo da força de trabalho da AT&T em seu apogeu.

E a reportagem ainda fala de robôs, softwares, algoritmos e muitas coisas que ainda podem ser consideradas futurísticas: mas que em vinte anos não serão mais.

Quer saber mais sobre esta tendência? Leia o link mais na The Atlantic (em inglês) e acesse um bônus, que é o post do portal Oene também sobre este assunto:

http://www.theatlantic.com/magazine/archive/2015/07/world-without-work/395294/

http://oene.com.br/desemprego-tecnologico/

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