Quantas pessoas são realmente conectadas?

Foto: Google

Foto: Google

 

De acordo com a União Internacional de Telecomunicações (UIT) – um braço da ONU para este tema, cerca de 3,2 bilhões de pessoas vão usar a internet até o fim deste ano. Destes, cerca de 2 bilhões vêm de países em desenvolvimento, como Brasil, China e Índia. É interessante lembrar que cerca de 4 bilhões de pessoas no planeta ainda não têm acesso a web.

E como as grandes empresas estão resolvendo essa questão?

As companhias líderes no mundo digital tentam aumentar a participação da população no mundo online. O Facebook, por exemplo, integra o projeto Internet.org, que prevê serviços básicos de acesso de maneira gratuita. Outra ideia da rede social é lançar drones com capacidade para voar por meses sem pousar. Com esses dispositivos seria possível transmitir internet para as populações e comunidades carentes em infraestrutura.

Já o Google tem uma outra ideia. Associando a empresas como a Telefonica (que no Brasil controla a operadora Vivo), deve lançar em breve o Project Loon. A ideia é usar uma rede de balões a alturas muito elevadas para prover e conectar as pessoas em áreas rurais e remotas, além de ajudar a preencher gaps na cobertura de operadores parceiras em regiões de alta densidade populacional – como a cidade de São Paulo. Outra aplicação para o Loon é gerar internet para regiões que foram afetadas por desastres naturais e que tiveram a sua infraestrutura comprometida.

O empreendedor Elon Musk, fundador da Tesla Motor e da SpaceX, pretende lançar uma rede de pequenos satélites para prover acesso para a Terra e para Marte (?). Sim, isso mesmo. Musk acredita que essa rede de cerca de 700 satélites pode se ter uma internet comparável a uma fibra ótica. E com isso, prover o planeta vermelho da famosa internet.

E ele não está sozinho nesta jogada. Outra empresa, a Oneweb deve começar a operar já em 2018 com uma rede de 648 pequenos satélites. Entre os parceiros da iniciativa estão a europeia Airbus, a norte americana Lockheed Martin e a britânica Virgin.

E o Brasil, está olhando para esta questão? Sim. A empresa de São José dos Campos Altave tem uma tecnologia de um balão que voa até 300 metros e pode prover internet para um raio de até 70 quilômetros. A tecnologia ainda está em testes, como todas as outras citadas neste post.

 

Confira mais infos nos links:

http://thenextweb.com/insider/2015/05/26/3-2-billion-people-will-be-online-by-the-end-of-2015-2-billion-from-developing-countries/

https://internet.org/press/connecting-the-world-from-the-sky

http://www.google.com/loon/

http://www.wired.com/2015/06/elon-musk-space-x-satellite-internet/

http://www.oneweb.world

https://tecnoblog.net/142713/governo-testa-tecnologia-brasileira-internet-via-baloes/

http://altave.com.br

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Pagar contas por email

 

Foto: Droid-life

Foto: Droid-life

De acordo com o site americano Re/code o Google está trabalhando no projeto Pony Express, que deve ser lançado até o fim do ano. A ideia da gigante de buscas é que os internautas paguem contas pelo Gmail. Somente para conhecimento, a base de usuários do serviço é estimada em cerca de 500 milhões de pessoas.

O que o sistema propõe:  que parte das contas que você recebe em casa sejam digitalizadas por empresas como a Verizon (operadora de telefone), State Farms (seguros), ConEd (eletricidade), entre outras. Parte da expertise do Google para este projeto vem do Google Books, iniciativa que já digitalizou cerca de 30 milhões de livros e disponibiliza alguns títulos gratuitamente para o público.

Com essa jogada, a empresa passa também a oferecer serviços financeiros, o que pode ser um novo ramo de atuação para a companhia. A empresa já conta com o Google Wallet para transferência de dinheiro – algo parecido com o que faz o Paypal faz bem nos Estados Unidos e a F2b faz melhor aqui no país.

Seria possível esse tipo de ação no Brasil? Quais os entraves legais para essa tecnologia? É interessante pensar que aqui talvez esse tipo de tecnologia tenha maior receptividade. Basta lembrar que nas terras brasileiras já existe o Débito Direto Autorizado (DDA), sistema criado pelos bancos brasileiros para digitalizar a emissão de boletos.

E você, o que acha?

Veja mais infos nos links:

http://recode.net/2015/03/24/google-working-on-project-to-let-you-receive-and-pay-bills-directly-inside-gmail/

http://www.engadget.com/2015/03/24/pony-express-receive-and-pay-bills-in-gmail/

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Confira uma lista de entrevista com líderes mundiais

Foto: Ramin Talaie/Getty Images

Foto: Ramin Talaie/Getty Images

O escritor americano Henry Miller dizia que “o verdadeiro líder não tem necessidade de comandar, contenta-se em apontar o caminho”. O líder, seja ele corporativo, social ou político, é o principal e decisivo elemento na condução de qualquer organização.

Você acredita que tem a liderança nas veias?

Então confira no link abaixo a relação montada pelo site gringo Under30CEO, que traz uma lista de entrevistas em vídeos com alguns dos principais líderes do planeta. Nas entrevistas, nomes como Sergey Brin e Larry Page (Google), George Soros (investidor e bilionário) e Ralph Lauren (moda).

 

Mais informações aqui:

http://under30ceo.com/100-must-see-interviews-with-the-worlds-most-successful-entrepreneurs

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Cartão de crédito que diminui a pegada ecológica

 

Sustain Green

Foto: Sustain:Green

Você sabe o que é pegada ecológica? É uma abstração matemática que mostra quanto você consome de carbono. Uma opção para solucionar o desafio sustentável é o Sustain:Green, um cartão de crédito disponível nos Estados Unidos que emite créditos de carbono para criar um consumo consciente. O serviço é oferecido numa parceria entre a Mastercard e a Commerce Bank.

Para começar, o cartão de crédito é de plástico biodegradável e não tem anuidade. E monitora os gastos dos clientes e premia a cada dólar gasto com 2 pounds (cerca de 907 gramas) de créditos de carbono. Estes créditos podem ser usados para combater o desmatamento em países como o Brasil – num projeto chamado Mata no Peito, que apoia organizações e comunidades locais na proteção e replantio de florestas.

Um dado interessante da matéria do Springwise: um cidadão médio americano produz por ano cerca mais de 17 toneladas de dióxido de carbono. Para isso, bastar ter hábitos simples como usar um carro, morar sozinho ou comprar produtos eletrônicos.

Você já calculou quanto gasta anualmente de carbono? Uma dica é acessar este site da Exame, no link abaixo. O que nos leva a uma questão: você mudaria seus hábitos de vida por um planeta mais saudável?

 

Mais infos aqui:

http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/calculadora-de-pegada-ecologica

http://matanopeito.org

http://www.springwise.com/credit-card-automatically-offsets-consumers-carbon-footprint

https://sustaingreen.com

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É possível consertar a democracia com um app?

 

Brigade

Foto: Brigade

Matéria da revista Fast Company mostra como a Sean Parker – fundador de empresas como Napster, Facebook e Spotify – quer consertar a democracia americana e aumentar o engajamento do público para questões políticas. Ele lançou o aplicativo Brigade, com a intenção de criar uma rede social sobre questões cívicas, pois uma grande porcentagem da população americana não tem engajamento político. “Nossa visão é reparar a democracia”, afirmou Parker a revista.

O aplicativo começa com um pequeno público, discutindo questões que estão na pauta do Congresso americano, por exemplo. E como ele funciona: o aplicativo lança uma pergunta que o usuário pode concordar ou não. E com o resultado, pode comparar os resultados da votação de seus amigos.

No Brasil, existem alguns cases de aplicativos que também buscam o engajamento político. Um deles é o Voto x Veto, que se intitula “o jeito mais simples de avaliar os candidatos”. Usando uma base de dados do TSE com as propostas dos candidatos para a eleição presidencial de 2014, o usuário podia concordar ou não com partes de textos expostos.

Outra ideia é o Colab, um aplicativo para avaliar, tecer críticas e dar dicas para os prefeitos das cidades. O software foi eleito o melhor aplicativo urbano do mundo. “Somos uma rede social para a cidadania que faz a ponte entre o cidadão e o poder público. Nosso objetivo é construir cidades melhores com a colaboração de todos”, afirma o site da empresa.

E você, acredita que a democracia direta pode ser uma importante ferramenta de governança? Comente no site.

 

Mais infos aqui:

http://www.fastcompany.com/3047571/sean-parker-explains-his-plans-to-repair-democracy-with-a-new-social-network

https://www.brigade.com

http://www.votoxveto.com

http://www.colab.re

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Escola THNK chega ao Brasil

 

Welcome to THNK

Foto: divulgação

 

Você já imaginou uma escola sem salas de aulas, apenas quadros brancos, computadores e gente interessada em mudar as coisas? Pois essa é a premissa da THNK (se lê think, pensar em inglês). A instituição funciona em Amsterdã na Holanda e em vários outros países e agora abriu a sua franquia no Brasil.

Os cursos são destinados para executivos que se interessam por criatividade e misturam o melhor das escolas de negócio com o approach do design. A empresa é considerada pela Universidade de Stanford como “o futuro da educação superior”.

No país, o primeiro curso dura apenas 3 dias e vai explicar a metodologia da escola, que foi trazida para cá numa parceria entre a ProjectHub e a Polifonia. As datas das aulas são de 26 a 28 de agosto.

A ideia da empresa é acelerar o desenvolvimento de líderes criativos que farão as mudanças de impacto no nosso século. A metodologia é pautada na criatividade, na inovação do modelo de negócios e no empreendedorismo de impacto.

A THNK foi fundada a partir de uma iniciativa conjunta entre parceiros de setor criativo e de negócios, como McKinsey & Company, Droog Design, Vodafone, Escola de Design de Stanford e Phillips Design, em cooperação com a Dutch Innovation Plataform.

 

Confira mais no link:

http://startupi.com.br/2015/05/thnk-escola-holandesa-para-executivos-e-lideres-criativos-chega-ao-brasil

http://www.projecthub.com.br

http://www.polifonia.com.br

http://www.thnk.org

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10 livros para instigar a sua cabeça

Foto: BSP

Foto: BSP


O site Blinkist reuniu uma lista de dez livros que vão mudar a sua cabeça. Confira a lista, em inglês, no link.



Fooled by Randomness

Fooled by Randomness: The Hidden Role of Chance
Autor: Nassim Nicholas Taleb
Link para compra.

Nós subestimamos o impacto da sorte e eventos aleatórios em nossas vidas, usando termos como “habilidades” e “determinismo”, quando “sorte” e “aleatoriedade” são os elementos realmente em jogo. Neste livro, o professor e economista Nassim Nicholas Taleb cita explica que a vida é principalmente regida por acaso.

The Wisdom of Crowds

The Wisdom of Crowds
Autor: James Surowiecki
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O pensamento de grupo pode ser perigoso, mas sob as circunstâncias corretas multidões podem tomar decisões surpreendentemente inteligentes e até mesmo produzir melhores resultados do que os peritos ou os especialistas. Neste livro, James Surowiecki mostra exemplos da cultura popular, psicologia e biologia que ilustram o conceito.

Made to Stick

Made to Stick: Why Some Ideas Survive and Others Die
Chip Heath e Dan Heath
Link para compra.

Histórias de sucesso, campanhas publicitárias e ideias que tiveram êxito, todas elas têm características reconhecíveis : são simples, inesperadas, concretas e emocionais, além de nos contar uma história. Neste livro, os autores exploram por que algumas ideias são furadas e outra não.

A Whole New Mind

A Whole New Mind: Why Right Brainers Will Rule the Future
Autor: Daniel H. Pink
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Você acha que o pensamento analítico, gerado pelo lado esquerdo do cérebro, é o mais importante? O livro diz que ele não é suficiente por si só. Ser inovador, criativo e empatia são traços que nos ajudam a ter sucesso profissionalmente, e também aumentam o nosso bem-estar pessoal. Neste livro, Daniel Pink leva você a uma viagem que detalha as capacidades dos dois hemisférios do cérebro.

Weird Ideas That Work

Weird Ideas That Work: How to Build a Creative Company
Autor: Robert I. Sutton
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Trabalho de rotina e trabalho inovador são ambos importantes para o sucesso de uma empresa. O professor de Stanford Robert I. Sutton oferece insights sobre a natureza da inovação e experimentação, fracasso e liberdade criativa. Ele vai explodir tudo o que você achava que sabia sobre criatividade e oferece maneiras de colocar mais inovação no seu negócio.

Drive

Drive: The Surprising Truth About What Motivates Us
Autor: Daniel H. Pink
Link para compra.

O segundo livro da lista de Daniel Pink nos ensina sobre os conceitos de motivação extrínseca e intrínseca. O leitor da obra vai descobrir como construir a consciência da motivação intrínseca para melhorar sua produtividade.

Quiet

Quiet: The Power of Introverts in a World That Can’t Stop Talking
Autor: Susan Cain
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Os introvertidos e extrovertidos têm qualidades que podem ser extremamente valiosas para as pessoas em seus ambientes. Entretanto, essas personalidades precisam de diferentes espaços e tratamentos para florescer para o seu pleno potencial. A escritora Susan Cain revela as diferenças os dois estilos de pessoas.

Nudge

Nudge: Improving Decisions About Health, Wealth, and Happiness
Autor: Richard H. Thaler
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Nós, como seres humanos tomamos as decisões erradas o tempo todo. Mas nem sempre fazemos o que é melhor para nós. E por quê?  Richard Thaler, assessor de Barack Obama, mostra os motivos das decisões ruins, o que pode nos ajudar a alcançar nossos objetivos.

Mindset

Mindset: The New Psychology of Success
Autor: Carol S. Dweck
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A professora de psicologia na Universidade de Stanford, Carol Dweck, nos ensina sobre como identificar a nossa mentalidade, enfrentar nossas próprias atitudes e ideias, e desenvolver uma mentalidade de crescimento para realizar o nosso potencial ao máximo.

The Righteous Mind

The Righteous Mind: Why Good People Are Divided by Politics and Religion
Autor: Jonathan Haidt
Link para compra.

Esta obra expõe como a emoção e intuição, e não a razão, é que nos impulsiona para o julgamento moral. Assim, é possível entender os fundamentos morais em que nossos interesses são baseados, o que pode nos beneficiar no processo de decisão.

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Algumas dicas simples para se dar bem em reuniões

 

Foto: Photopin (GDC Europe 2010 Talks, Conversations, Presentations)

Foto: Photopin (GDC Europe 2010 Talks)

 

Post da revista Fast Company mostra que nos Estados Unidos se gasta em média 16 horas por semanas em reuniões. São cerca de 800 horas por ano. No total de carreira, seria algo como 37,5 mil horas de reuniões, mais do que quatro anos. E este é um tempo perdido? A revista americana listou algumas técnicas para tornar este tempo mais produtivo. E chamou alguns dos mais importantes líderes da atualidade para falar a respeito.

  1. Finja que você já tenha falhado

O guru de negócios Guy Kawasaki aconselha os líderes empresariais reunir sua equipe antes de tomar decisões críticas, como o lançamento de um produto ou serviço. Ele sugere aproveitar esses momentos para dizer: “vamos fingir que o nosso produto ou a nossa empresa falhou. Agora, quais são todas as possíveis razões?”. Estas podem ser a falta de distribuição, uma força de vendas sem sofisticação, software com bugs, ou serviços de nuvem não confiáveis. De acordo com a Kawasaki, o ponto é fazer com que as pessoas imaginem tudo o que poderia dar errado, para que eles possam tomar medidas para resolver os problemas antes que eles aconteçam.

  1. Mantenha-se novo

Richard Branson, fundador do conglomerado Virgin, sempre traz novidades para refrescar as reuniões. Ele convida personalidades instigantes de diversos campos, da astronomia à nanotecnologia. Com isso, ele gera grupos pensando de maneira diferente. Outra dica é manter as discussões em espaços inovadores. Sugere que uma mudança de cenário e um pouco de diversão faz maravilhas para levar as pessoas a pensar de maneira mais solta.

  1. Faça pausas

O escritor Clay Shirky tem um conselho para aqueles que gostam de reuniões em um estado frenético. Shirky aprendeu uma lição importante quando ele era um estudante em Londres. Para entrar em um estado de espírito receptivo para seus estudos, ele fazia uma pausa durante sua caminhada ao longo do rio Tâmisa em seu caminho para a sala de aula. Ele escreveu: “cruzando este rio foi como passar de um mundo para outro. Eu gostava de ir a pé sobre a ponte e apreciar a quietude fluindo no meio”. Mais tarde, Shirky aplicou esta técnica de meditação para suas reuniões de trabalho. “O tempo deve conter uma pausa, mesmo que seja por alguns segundos. Isso pode ser valioso”.

  1. Não desperdice juventude.

Sean Higby, diretor de operação da Newsala, um aplicativo de mídia, acredita que há um grande valor nas opiniões dos colegas mais jovens. Ele os convida regularmente para reuniões e solicita um feedback. Higby diz: “As orelhas deles estão mais perto da rua porque que eles instintivamente sabem o que seus clientes querem. Os jovens conhecem as tendências e as suas opiniões não podem ser deixadas de lado”.

  1. Resuma o objetivo em cinco palavras

Christopher Frank, vice-presidente da American Express, tem algumas palavras de sabedoria para aqueles que tentam responder à pergunta: “sobre o que é exatamente esta reunião?”. Ele sugere ser curto, a exemplo do Twitter. Pede que antes da reunião iniciar, que cada pessoa fale em cinco palavras ou menos o problema a ser resolvido. Se as respostas são inconsistentes ou levam muito tempo, os participantes provavelmente não estão focados no mesmo problema. “Ao articular claramente a questão, você vai ter uma boa ideia das informações que você precisa, as pessoas com quem deve falar e vai garantir que todos estão trabalhando com o mesmo objetivo.”

  1. Pense como um diretor de cinema

Patrick Lencioni, presidente da consultoria The Table Group, e autor do livro “Morte pela reuniões” acredita que a cura para reuniões chatas e improdutivas é pensar nelas como se você fosse um diretor de cinema. Ele sugere a substituir agendas e trazer mais paixão e conflito para o ambiente de trabalho. “Isto irá envolver as pessoas e dar a elas algo para se preocupar”.

  1. Faça os colegas rirem

Suzanne Bates, fundadora da Bates Communications, que diz que executivos com humor aumentam a sua estatura como líder. Ela prossegue explicando que, “se você pode fazer as pessoas sorrirem, você pode se destacar. Automaticamente ganha o respeito de seus colegas, aparenta ser uma pessoa confiante e no controle”.

  1. Traga alguma coisa para a reunião

Al Pittampalli, autor de ‘Leia isto antes de nossa próxima reunião’, acredita que aqueles que vêm para as suas reuniões com a ideia de “transformar as mente e espírito e contribuir com algo.” Isto poderia incluir fazer perguntas, compartilhar uma visão ou se oferecer para assumir tarefas.

  1. Seja um mediador

Por dois anos, Ian Fisher, editor do The New York Times, se reunia todas as manhãs com outros editores para saber qual a melhor manchete para jornal. Fisher tinha que de dar tempo a eles para aprofundar as informações e, ao mesmo tempo, tornar a reunião mais enxuta o possível. “Acho que uma reunião de meia hora é o máximo de atenção para um ser humano normal,” diz ele.

  1. Use reuniões para gerar encontros de negócios.

Para aqueles de vocês apenas começando e tentando o seu caminho para o sucesso, aqui vai uma dica de Valentina Rice, fundadora da Many Kitchens, um mercado online de alimento artesanal. O pai de Rice, um conhecido empresário inglês, muitas vezes lhe disse: “nunca deixe uma reunião sem obter os nomes de mais duas pessoas que se interessam por seus produtos.”

  1. Encontre novas pessoas

Mark Zuckerberg lançou um desafio pessoal em 2013: conhecer uma pessoa nova por dia e que não podia ser empregado do Facebook. O motivo? Fazer mais coisas para a comunidade e abrir a mente.

 

Mais infos no link:

http://www.fastcompany.com/3013013/dialed/11-simple-tips-for-having-great-meetings-from-some-of-the-worlds-most-productive-peop

 

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Doze aplicativos para ficar de olho

 

Todo mundo gosta de listas. Isso talvez explique o sucesso de sites como o Buzzfeed. Por mais que sejam controversas, as listas tentam exemplificar e resumir o que é sucesso em diversas áreas. O site The Next Web, uma das referências na cobertura de tecnologia nos Estados Unidos, reuniu os doze aplicativos para iOS e Android mais interessantes do mercado. Os softwares têm finalidades diversas, desde chat, passando por games e por fim, gerenciamento de senhas. Muitos são recém lançados e valem a pena dar uma olhada. Veja a lista traduzida no blog. Acesse o link original.

 

Dashlane

 

Dashlane

O Dashlane é um daqueles aplicativos que se tornam essencial para o mundo digital: a gestão de privacidade e segurança. Por uma mensalidade de até 40 euros, o usuário consegue mudar o login e as senhas de todos os serviços suportados com apenas um clique. Para usuários estrangeiros, ele consegue armazenar senhas de banco e de passaporte. A versão gratuita, infelizmente, não sincroniza com os apps de Android e iOS.

Mais infos no link.

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TwoDots

Toda a lista tem que ter um game. Na versão do TNW, a escolha é para o divertido TwoDots. O slogan da empresa é “todo dia é uma aventura”. O jogo é um puzzle que tem como diferencial no design. De acordo com o site americano, o game é uma maneira interessante e rara de se desestressar no mundo de hoje, além de contar com uma trilha sonora engraçada. Obviamente, como todo jogo, é possível convidar amigos para jogar no Facebook – mas não abuse dos convites, ok?

Mais infos no link.

Wire

 

Wire

Uma das escolhas mais polêmicas do The Next Web é este aplicativo de chat. Criado por ex-funcionários do Skype, o Wire tem todas as funcionalidades que os standards das mensagens contam: cliente para as plataformas Android e iOS, suporte para desktop (somente o Mac OSX), além de versão web. O diferencial é uma interface com apelo sexy. Entretanto, para o app decolar, é necessário ter uma boa base de usuários, coisa que Messenger (Facebook) e Whatsapps (Facebook) já contam. Talvez seja uma boa aposta, ou, ao final do dia, o aplicativo seja adquirido por uma das grandes empresas de internet: assim, ele tem condições de entrar forte no jogo. Outra vantagem é que ele incorpora os links de mídia, tais como Soundcloud e You Tube. Assim, o usuário não precisa clicar no link para assistir vídeos e áudios.

Mais infos no link.

 

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Recordium

Como bons jornalistas, a equipe do TNW colocou um gravador de áudio na lista dos apps do ano. Voltado para iOS, ele torna fácil editar áudios, gravar entrevistas, sincronizar os arquivos com o Dropbox, Google Drive, Evernote, e, óbvio, o iCloud. Também permite gravar notas em áudio para lembrar depois. O software suporta uma grande quantidade de formatos, tais como WAV, CAF, AIFF e MP4. Uma das maiores vantagens é enviar o arquivo de áudio por email para colegas e profissionais de mídia. Infelizmente, o app não tem suporte a Android, por enquanto. O custo não é alto, cerca de 10 dólares.

Mais infos no link.

 

PushBullet

PushBullet

O PushBullet é um dos aplicativos mais sensacionais que foram lançados nos últimos tempos. A premissa é simples: todas as notificações que o smartphone recebe é sincronizada com a sua conta desktop. Com ele, é possível, por exemplo, responder mensagens do Whatsapps ou do Hangouts. Também é possível ver a notificações de notícias de apps como o Circa e Feedly. E até mesmo enviar arquivos, links e textos entre os diversos dispositivos. Uma das funções mais legais é receber a notificação de ligações telefônicas no computador. O aplicativo suporta diversas plataformas, como o Windows, iOS, Chrome, Firefox, Safari e Opera.

Mais infos no link.

 

Reporter

 

Reporter

Outro aplicativo da lista voltado para iOS: o Reporter ajuda a compreender quais coisas que você mais gosta e o porquê. Com algumas pesquisas aleatórias, o app pode dar luz a diversos aspectos de sua vida. Por exemplo, com quem você anda saindo? Quanto tempo você assiste televisão? Quantas xícaras de café você consome por dia? Enfim, a lista é enorme e infinita. Ele é como se fosse um grande Analytics da vida. Todo esse comportamento por ser transformado em dados, gráficos e tabelas. Para alívio de muitos, essas informações pessoais não são armazenadas na nuvem.

Mais infos no link.

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Scanbot

O Scanbot é uma das mais completas soluções para o usuário escanear documentos e dar adeus a vida com papel. Os documentos podem ser sincronizados em apps de backup, tais como o Drive, Dropbox, OneDrive, Evernote, etc. Ele é simples de manusear: simplesmente aponte e câmera, tire uma foto e o software faz todo o resto. O aplicativo também é capaz de converter a imagem em tons de cinza ou em preto e branco, além de contar com reconhecimento de texto (OCR). A solução está disponível para Android e iOS e a versão mais avançada custa em torno de 5 dólares.

Mais infos no link.

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Spaceteam

Mais um game para a diversão de todos. O Spaceteam é ideal para jogos em grupo e está disponível para as principais plataformas móveis. É um game cooperativo em que o usuário e seus amigos tentam manter uma nave espacial em combustão gritando palavras incompreensíveis. O jogo é para até quatro jogadores que se conectam através de Bluetooth ou WiFi.

Mais infos no link.

 

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ProCamera 8

Fotografia para celular é coisa séria, e este ProCamera 8 leva a composição de imagens para outro nível. Um dos motivos é que é rápido, simples e profissional. O app permite editar fotos e vídeos direto no software, além de adicionar filtros. Claro, este app – disponível somente para sistemas da Apple – conta com a boa câmera e lentes do Iphone. Além de tirar HDR ótimos, permite filmar em até 240 frames por segundo, o que pode gerar impressionantes slow motions, além de ser excelente para fotos noturnas. Óbvio que tudo tem um preço, e este não é salgado, cerca de 5 dólares.

Mais infos no link.

 

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7 Minute Workout

É raro quando a grande mídia resolve criar um aplicativo para alguma tarefa. Mais raro ainda, quando uma empresa de comunicação acerta na proposta. Esse é o caso do 7 Minute Workout, criado pelo jornal norte-americano The New York Times. A ideia é simples: tire sete minutos do seu dia para se exercitar. O usuário não precisa ir na academia para criar hábitos saudáveis, mas tem que ter o compromisso diário de se exercitar nas séries propostas. Vale a pena tentar; afinal é de graça. E pode ser o início de uma vida mais ativa.

Mais infos no link.

 

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Path Talk

O Path Talk é um aplicativo messenger. Mas além de enviar mensagem a seus amigos, o usuário pode mandar mensagens para empresas. Isso nos Estados Unidos, e por enquanto. Em vez de chamar o restaurante, é mais fácil reservar uma mesa via mensagem. Ou contatar a loja da esquina para ver se o produto que você quer está em estoque. Obviamente, se a adesão for alta, as possibilidades são infinitas. Outras vantagens: sincroniza seus contatos, está disponível nas plataformas líderes de mercado, permite envio e recebimento de mensagens de voz, além de stickers e suporte para mensagens em grupo.

Mais infos no link.

 

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Korg Gadget

O Korg é um aplicativo para Ipad que permite uma poderosa edição de áudios muito similar ao Garage Band, da Apple. Tanto que foi um dos vencedores de melhor aplicativo de 2014 da Appstore. O software oferece uma coleção de 15 sintetizadores e baterias eletrônicas chamados de “gadgets”, em que o usuário pode combinar livremente para produzir música eletrônica. Os arquivos finais podem ser exportados para Dropbox e Itunes. Por fim, o app oferece o “gadget cloud”, uma rede social que permite escutar os uploads mais recentes e seguir outros compositores.

Mais infos no link.

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Artigo no Olhar Digital

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Confira artigo do diretor executivo da F2b, Paulo Azambuja, publicado no Olhar Digital no dia 11 de junho. No texto, Paulo faz uma análise de que os smartphones cada vez mais potentes estão ocupando o espaço no mercado que antes era dos tablets.

De uns tempos para cá, tenho a sensação de que os smartphones estão matando os tablets. Os celulares inteligentes modernos são cada vez mais potentes e cumprem bem a função de navegar na internet, checar as redes sociais, realizar transações bancárias e assistir a um vídeo no You Tube. Trago para este artigo alguns dados que corroboram esta tese.

Veja mais no link.

 

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