O trabalho pode acabar?

Foto de um trabalhador em um museu

Foto: The Atlantic

A revista americana The Atlantic fez um inventário de que no futuro possa existir um mundo sem trabalho. A ideia é a velha e batida: as máquinas cada vez mais vão ocupar o espaço. E não somente na linha de produção, mas também nos trabalhos considerados criativos.

Não é de hoje que alguns economistas e tecnólogos têm alertado que a economia está perto de um ponto de inflexão. E eles avisam que essa ruptura vai ser econômica, cultural e psicológica. A automação está em alta tanto nas salas de cirurgia como nos balcões de atendimento do seu fast food preferido.

Quer exemplos? Os futuros drones da Amazon podem muito bem substituir milhões de motoristas, repositores de armazém e trabalhadores de varejo. Mas esses mesmos economistas ouvidos pela publicação americana se perguntam: existe um trabalho verdadeiramente seguro?

Uma comparação parece interessante e assustadora. Em meados da década de 60 a maior empresa americana era a companhia telefônica AT&T, que valia algo em torno de 267 bilhões de dólares (em valores atuais) e empregava mais de 750 mil pessoas.

Hoje, uma empresa que também gera admiração é o Google, com um valor de mercado estimado em 370 bilhões de dólares e é empregadora de 55 mil pessoas. Uma análise dos números mostra que o Google usa menos de um décimo da força de trabalho da AT&T em seu apogeu.

E a reportagem ainda fala de robôs, softwares, algoritmos e muitas coisas que ainda podem ser consideradas futurísticas: mas que em vinte anos não serão mais.

Quer saber mais sobre esta tendência? Leia o link mais na The Atlantic (em inglês) e acesse um bônus, que é o post do portal Oene também sobre este assunto:

http://www.theatlantic.com/magazine/archive/2015/07/world-without-work/395294/

http://oene.com.br/desemprego-tecnologico/

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