Artigo sobre a F2b no Projeto Draft

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O diretor-executivo da F2b, Paulo Azambuja, publicou um artigo no site Projeto Draft. No texto ele traz dicas para empreendedores de como reinventar a sua empresa. Confira mais no link e no texto abaixo:

Este ano, a empresa em que sou diretor executivo, a F2b, completa 15 anos de existência. Somos uma das grandes exceções: uma startup que aprendeu a buscar um mercado de nicho e a se reinventar ao longo da história. Obviamente não existe receita de sucesso, isso soaria até clichê. Mas é sempre bom compartilhar alguns dos ensinamentos que aprendemos na última década e meia.

http://projetodraft.com/5-atitudes-que-voce-deve-tomar-para-a-sua-startup-nao-morrer-cedo/

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O token pode ser o futuro dos pagamentos

Foto: Forbes

Foto: Forbes

 

Todas as grandes empresas de tecnologia e varejo estão correndo atrás de novas formas de pagamento para o mundo mobile. Nos Estados Unidos é possível citar companhias como Samsung, Walmart, Google, PayPal e Apple, só para ficar entre as mais conhecidas. Soluções e aplicativos baseados no protocolo NFC parecem buscar mobilidade e ao mesmo tempo conveniência.

Infelizmente, o NFC é apenas uma tecnologia funcional, mas não oferece uma proteção completa. É necessária uma camada complementar de segurança e a resposta para combater a fraude no pagamento móvel são os tokens. Esse novo conceito traz algumas vantagens em relação os modos ‘tradicionais’ de pagamento nos dispositivos móveis.

Mas o que ele é?

A ‘tokenização’ é um processo no qual os números de cartão de crédito são substituídos por uma cadeia gerada aleatoriamente de caracteres alfanuméricos. A ideia é proteger contra a fraude durante qualquer tipo de transação. A Apple Pay usa uma forma de geração de tokens. A MasterCard e a Visa também aderiram a esta modalidade de pagamento.

Se este movimento segue em expansão, quais as vantagens?

Uma delas é a flexibilidade: o token não pode ser usado para além de um objetivo pré-definido. Ou seja, é inútil para hackers que tentam cometer fraude através de compras online ou por clonagem de cartões de tarja magnética. Outra vantagem é o uso instantâneo: antes da introdução dos tokens, a digitalização de cartões de pagamento envolve um processo de revisão e aprovação pelo banco, o que poderia levar algum tempo. Por fim, os lojistas e vendedores não precisam investir em novo hardware e software.

Será que esta tecnologia chega rápido ao Brasil? Aqui no país, muitos bancos usam o token com o SMS, para garantir a segurança das transações eletrônicas.

De acordo com o site MobiFeed “tokenização veio solucionar um problema difícil e complexo – o de equilibrar segurança com boa usabilidade, ou seja, geralmente sistemas mais seguros também acarretavam algumas dificuldades extras para os clientes”. Uma pesquisa da consultoria E.Life constatou que 43% dos usuários de dispositivos móveis não haviam efetuado compras de seus aparelhos por não se sentirem seguros.

Esta é uma das novidades que vamos acompanhar mais de perto aqui no Capital de Ideias.

 

Veja mais infos nos links:

http://thenextweb.com/insider/2015/05/15/why-tokenization-is-the-key-to-mobile-payment-security

http://www.bankrate.com/finance/credit-cards/will-tokenization-protect-against-card-fraud.aspx

http://www.virtual-strategy.com/2015/06/17/tokenization-new-security-standard-mobile-payment#axzz3ehjSyVGs

http://www.mobifeed.com.br/a-era-da-tokenizacao-e-a-compra-em-um-clique-por-felipe-lessa

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O aplicativo da Creative Commons

 Foto: Flickr / Nicolas Raymond

Foto: Flickr / Nicolas Raymond

Veja a foto acima. Ela tem a mesma qualidade de bancos de imagens conhecidos como o iStokck, StockPhotos e Stocksy. O que a torna diferente é que ela faz parte de um conceito que torna colaborativo e, às vezes, gratuito o material que está sob a sua licença. Esse conceito se chama Creative Commons e pode ser aplicado para fotos, vídeos, textos (incluindo os escritos neste blog) e até mesmo softwares.

Para agregar e tornar mais visível o trabalho de milhares de pessoas, a Fundação Creative Commons vai criar o The List, um aplicativo que tem como ideia concorrer de igual para igual com os bancos de imagens proprietários. O aplicativo vai mostrar não somente imagens, mas também alguns dados como localização, pessoas e objetos. A primeira versão vai ser lançada para Android e já tem um programa de usuários beta.

Ficou interessado? Leia mais no link abaixo:
http://thenextweb.com/apps/2015/06/12/creative-commons-is-building-a-mobile-app-to-kill-stock-photos/
https://thelist.creativecommons.org/

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Conheça o cenário empreendedor de Israel

Foto da bandeira de Israel

Foto: Flickr / Yaniv Ben-Arie

Diversas companhias do país de Israel tiveram êxito comercial. Entre elas, o Waze que virou febre na cidade de São Paulo por mostrar rotas alternativas no trânsito. Outro case é Outbrain, uma rede de anúncios que usa comentários e notícias relacionadas para mostrar um conteúdo assertivo aos usuários. Por fim, é possível citar o Webydo, software online que torna fácil e rápido a construção de um site, mesmo quando o usuário não sabe nada de códigos.

O site The Next Web explica cinco motivos para tantos empreendedores darem certo naquele país. Uma das razões é que a forte presença militar do país na região. Muitos empreendedores são egressos do serviço de inteligência do exército de Israel.

Um segundo motivo é que o país não tem muitos recursos naturais, o que força as pessoas a buscarem modelos de negócios e abrirem empresas que têm no valor criativo a sua força motora, o que em determinados momentos gera uma necessidade de autossuficiência.

Um outro ponto é a forte cultura de diversidade do país, que foi formado em 1948 por habitantes de diversas regiões do mundo. A imigração é apontada no artigo como uma das fortalezas de Israel.

Quer saber mais? Leia a reportagem abaixo (em inglês):
http://thenextweb.com/insider/2015/07/07/5-reasons-behind-israels-startup-success/

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Será que o futuro é open source?

Foto de uma placa de computador usada

Foto: Flickr / Alex Steiner

Vamos responder essa pergunta com duas matérias da revista americana Wired. O primeiro artigo mostra que até a Apple – conhecida pelo uso de plataformas proprietárias – está aderindo ao opensource nos seus sistemas. Para ser mais específico, a companhia está lançando uma nova linguagem de programação chamada Swift. E essa nova plataforma é aberta, o que deve ser um motivo de comemoração para desenvolvedores.

E a Apple não está sozinha nesta briga. A Microsoft recentemente abriu o código do framework .Net. O Google tem sob a sua tutela linguagens de programação como o Dart e a GO. O Facebook está experimentando com o Hack e D. Até a Mozilla está criando a linguagem Rust.

A segunda reportagem da revista analisa a revolução do GitHub, site que hospeda códigos de aplicativos. A publicação mostra que a preferência de desenvolvedores é claramente o modelo de código aberto.

Confira um trecho do post: “Como pessoas que antes eram apenas os usuários se tornam produtores, eles estão remodelando a cultura de código aberto. O GitHub está fazendo para o código aberto que a internet fez a indústria editorial: é a criação de um fosso cultural entre duas gerações”.

Confira mais nos links abaixo:
http://www.wired.com/2015/06/open-sourcing-no-longer-optional-not-even-apple
http://www.wired.com/2013/03/github

 

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O que é preciso para trabalhar no exterior

Foto de Nova York

Foto: Flickr / Robert Nyman

Post da Exame traz uma lista de coisas para se pensar antes de mudar para o exterior pensando em trabalho. Uma delas é que normalmente o funcionário vai ganhar menos e gastar mais para manter o mesmo nível de conforto.

A reportagem também compara os diferentes benefícios trabalhistas nos países do exterior. Um exemplo é que a licença-maternidade não é paga em lugares como os Estados Unidos. Por fim, a matéria cita o alto custo de vida de algumas capitais europeias, em especial no aluguel, o que faz muitos expatriados procurarem morar nas regiões de subúrbio.

Saiba mais no link:

http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/noticias/o-que-analisar-antes-de-decidir-trabalhar-no-exterior

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Como ser mais inovador na sua empresa?

foto onde está escrito trabalho em inglês

Foto: Flickr / Mike Porcenaluk

O pesquisador canadense Salim Ismail publicou o livro Organizações Exponenciais, que trata sobre inovação em diversos aspectos. Para começar, o autor é um dos fundadores da Singularity University, uma recente e incensada escola de negócios nos Estados Unidos. Na obra, ele aponta as características de startups que estão mudando o mundo e examina os erros das companhias tradicionais. Para ele, organizações exponenciais são companhias que tem um melhor desempenho e está um passo à frente dos concorrentes.

Um dos exemplos é a fabricante de automóveis elétricos Tesla. Um câmbio de um carro de passeio, por exemplo, contém centenas de peças para montadoras tradicionais. No caso da companhia americana, o sistema tem apenas 17. Outro case de sucesso é o Airbnb, que deve ser tornar a maior cadeia de hospedagem do mundo. Isso sem ser dono de nenhum imóvel.

O canadense Salim Ismail aponta a Singularity também como exemplo a ser seguido. A faculdade já formou cerca de 3 mil pessoas de 85 países diferentes e apoia e auxilia projetos de alunos, ex-alunos e parceiros. Um deles é curioso: uma empresa está construindo carne em laboratório, o que, em tese, diminuiria o impacto ambiental da pecuária.

Este é só um exemplo de busca pela inovação. Quer saber mais? Confira o link original, editado pela revista Veja:

http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/inovacao-oferece-a-abundancia-de-que-o-mundo-precisa-diz-embaixador-da-singularity-university

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O home office é uma alternativa segura?

Foto: Flickr / Fabrice Florin

Foto: Flickr / Fabrice Florin

Post do site Vagas mostra que cada vez mais empresas estão aderindo a essa modalidade, que já não é novidade e inclusive tem leis que regulamentam esse tipo de atividade. A matéria mostra quais os perfis ideais de funcionários que podem aderir ao sistema.

Para começar, o artigo mostra que trabalhar de casa tem seu lado bom e ruim. Se de um lado pode aumentar a produtividade, em alguns casos pode deixar o profissional isolado e esquecido – tanto dos colegas, como da chefia. O grande desafio é realizar a troca diária de informações com líderes e gestores, uma tarefa essencial neste esquema.

O site destaca que é necessária uma boa dose de autoconhecimento para aderir ao home office. Para isso, o funcionário deve ter foco, ser uma pessoa direta, assertiva, comunicativa e que preze pelos detalhes.

Ficou interessado no home office? Leia mais no artigo do Vagas.com.br: http://www.vagas.com.br/profissoes/acontece/no-mercado/home-office-uma-alternativa-no-mundo-corporativo

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